A Colômbia impulsiona o desenvolvimento do mercado de medicamentos sem receita médica na América Latina
O mercado de medicamentos sem receita médica (OTC) e vitaminas na Colômbia continua em expansão, refletindo mudanças nos hábitos de saúde e bem-estar dos consumidores. De acordo com o mais recente estudo da Worldpanel by Numerator, a Colômbia representa um terço do crescimento de novos compradores de OTC na América Latina, com 2,6 milhões de pessoas a aderirem à categoria nos últimos dois anos.
Consumo de medicamentos sem receita médica de acordo com os hábitos de saúde
Os colombianos podem ser agrupados em três segmentos principais, de acordo com os seus hábitos de saúde: em primeiro lugar, os Health Actives, que representam 52% da população, adotam várias práticas saudáveis de forma constante e destacam-se pela sua preferência por vitaminas, com 9 em cada 10 consumidores ativos a adquiri-las regularmente.
Em segundo lugar, os Moderados em Saúde, que constituem 25% da população, incorporam algumas práticas saudáveis ocasionalmente e mostram uma maior tendência ao consumo de analgésicos.
Por fim, os Health Passives, com 23% de representatividade, são os que menos cuidam da sua saúde regularmente e são o segmento que mais compra medicamentos contra a gripe, vitaminas e medicamentos digestivos.
Rotinas que influenciam o consumo de medicamentos sem receita médica
Por outro lado, a atividade física e os hábitos alimentares também influenciam o consumo de OTC. À medida que as pessoas praticam mais exercício, a compra desses produtos diminui, com exceção das vitaminas, que são adquiridas por nove em cada dez pessoas com um estilo de vida ativo.
Da mesma forma, a alimentação desempenha um papel fundamental: aqueles que apreciam a comida sem restrições ou procuram compensar os excessos têm maior probabilidade de comprar medicamentos digestivos, enquanto aqueles que não se alimentam de forma saudável tendem a adquirir mais medicamentos contra a gripe.
Perfil dos compradores dentro da categoria
As famílias com maior poder aquisitivo e com filhos lideram os gastos com medicamentos de venda livre, com tickets de compra 60% mais altos que a média.
Da mesma forma, no que diz respeito aos canais de compra, embora as farmácias continuem a dominar a distribuição de OTC, as lojas de descontos ganharam terreno neste segmento, duplicando a sua participação em valor nos últimos dois anos, embora ainda não ultrapassem os 10% do total.
Em suma, o mercado de medicamentos sem receita médica e vitaminas na Colômbia reflete uma mudança nas prioridades dos consumidores, impulsionada por uma maior consciência sobre o bem-estar e a prevenção.
Compreender essas tendências de saúde e consumo não só permite identificar novas dinâmicas, mas também antecipar como evoluirá a relação das famílias colombianas com a sua saúde no futuro. Se quiser saber mais sobre esta categoria, entre em contacto connosco!

